Cáritas é um espírito que se comunicava através de uma das grandes médiuns do seu tempo: Madame W. Krell, do Círculo Espírita de Bordeux, França.
A prece foi psicografada na véspera do Natal de 1873.
"Deus, nosso Pai!
Que Sois todo Poder e Bondade,
Dai forças àqueles que passam pelas provações,
Dai luz àquele que procura a verdade;
Ponde no coração do homem a compaixão e a caridade!
Que Sois todo Poder e Bondade,
Dai forças àqueles que passam pelas provações,
Dai luz àquele que procura a verdade;
Ponde no coração do homem a compaixão e a caridade!
Deus!
Dai ao viajante a estrela guia,
Ao aflito a consolação,
Ao doente o repouso.
Pai!
Dai ao culpado o arrependimento, Ao espírito a verdade, à criança o guia e ao órfão o pai!
Senhor!
Que a Vossa Bondade se estenda sobre tudo o que criastes.
Piedade Senhor!
Para aqueles que não Vos conhecem,
Esperança para aqueles que sofrem.
Que a Vossa Bondade permita aos espíritos consoladores
Derramarem por toda parte,
A paz, a esperança e a fé.
Deus!
Um raio, uma centelha do Vosso Amor
Pode iluminar a Terra;
Deixai-nos beber nas fontes
Dessa bondade fecunda e infinita,
E todas as lágrimas secarão,
Todas as dores se acalmarão.
E um só coração,
Um só pensamento subirá até Vós, Como um grito de reconhecimento e de amor.
Dai ao viajante a estrela guia,
Ao aflito a consolação,
Ao doente o repouso.
Pai!
Dai ao culpado o arrependimento, Ao espírito a verdade, à criança o guia e ao órfão o pai!
Senhor!
Que a Vossa Bondade se estenda sobre tudo o que criastes.
Piedade Senhor!
Para aqueles que não Vos conhecem,
Esperança para aqueles que sofrem.
Que a Vossa Bondade permita aos espíritos consoladores
Derramarem por toda parte,
A paz, a esperança e a fé.
Deus!
Um raio, uma centelha do Vosso Amor
Pode iluminar a Terra;
Deixai-nos beber nas fontes
Dessa bondade fecunda e infinita,
E todas as lágrimas secarão,
Todas as dores se acalmarão.
E um só coração,
Um só pensamento subirá até Vós, Como um grito de reconhecimento e de amor.
Como Moisés sobre a montanha,
Nós Vos esperamos com os braços abertos,
Oh Poder! Oh Bondade! Oh Beleza! Oh Perfeição!
E queremos de alguma sorte alcançar a Vossa Divina Misericórdia.
Deus!
Dai-nos a força para ajudar o progresso,
A fim de subirmos até Vós;
Dai-nos a caridade pura, Dai-nos a fé e a razão;
Nós Vos esperamos com os braços abertos,
Oh Poder! Oh Bondade! Oh Beleza! Oh Perfeição!
E queremos de alguma sorte alcançar a Vossa Divina Misericórdia.
Deus!
Dai-nos a força para ajudar o progresso,
A fim de subirmos até Vós;
Dai-nos a caridade pura, Dai-nos a fé e a razão;
Dai-nos a simplicidade Pai
Que fará de nossas almas
O espelho onde se refletirá
A Vossa Divina Imagem.
Madame Krell, atualmente esquecida, pode ser considerada como uma das maiores médiuns de psicografia da história do Espiritismo. A perfeição extraordinária das mensagens que psicografou, dos maiores nomes da poesia francesa, nunca poderia pôr em duvida o nome da médium.
Madame Krell recebia constantes comunicações e psicografava em transe, tendo recebido trabalhos de Lamartine, André Chénier, Alfred de Musset, Edgar Allan Poe, Saint-Beuve, além de mensagens do Espírito da Verdade, Dumas, Lacordaire, Lamennais, Pascal, do filósofo grego Esopo, Fénelon, entre outros.
Madame Krell recebia constantes comunicações e psicografava em transe, tendo recebido trabalhos de Lamartine, André Chénier, Alfred de Musset, Edgar Allan Poe, Saint-Beuve, além de mensagens do Espírito da Verdade, Dumas, Lacordaire, Lamennais, Pascal, do filósofo grego Esopo, Fénelon, entre outros.
Cáritas em sua última encarnação foi Irene ou Santa Irene, e "adotou" o nome Cáritas ou Cárita que significa Caridade.
Nasceu, segundo alegam as lendas, no século IV, época do Imperador romano Diocleciano, considerado pelos cristãos, o mais sanguinário perseguidor dos cristãos, e que "proibia que as pessoas portassem ou guardassem escritos que pregassem o Cristianismo". Todos os livros "deveriam ser entregues às autoridades para serem queimados. Irene, ainda jovem, junto com suas irmãs Ágape e Quiônia, pertenciam a uma família pagã da Tessalônica, mas elas se converteram e possuíam vários livros da Sagrada Escritura, e passaram a pregar o Cristianismo".
As três irmãs foram denunciadas e, em sua casa, segundo a lenda, "foram encontradas várias bíblias", por isso passaram a ser "perseguidas, e deveriam ser levadas ao interrogatório diante do governador da Macedônia, Dulcério". Deveriam como os demais cristãos, submeter-se ao "intenso interrogatório, para renegar a fé em Cristo". E só se salvariam se idolatrassem aqueles que os cristãos consideravam "falsos deuses", oferecendo "publicamente comida e incenso a eles, e queimando as suas bíblias". Quando os cristãos se negavam a renunciar a sua fé, "geralmente eram queimados vivos, junto com a bíblia".
Ágape e Quiônia foram encontradas antes. Presas e interrogadas, segundo a lenda, negaram-se a adorar os deuses a que os cristãos alegavam serem "falsos deuses" e confirmaram sua alegada "fé". Por isso foram "queimadas vivas.
Entretanto, Irene, que havia escondido grande parte dos livros cristãos em sua casa, conseguiu "fugir para as montanhas, mas foi encontrada no dia do martírio das suas irmãs, levada a um prostíbulo para ser violada e, depois, presa". Lá, porém, segundo conta a lenda, "por uma graça, ninguém a tocou". Irene foi, então, ainda segundo a lenda, "submetida a interrogatório, manteve-se firme em sua profissão de fé". Condenada pelo governador Dulcério, foi entregue aos carrascos, "que lhe tiraram a roupa, expuseram-na à vergonha pública e depois também a queimaram viva".
O culto a santa Irene ainda é muito intenso no Oriente e no Ocidente, e se perpetuou até os nossos dias pelo seu lendário "exemplo de santa mártir", bem como pela tradição de seu nome, que em grego significa "paz", e é muito difundido em todo o planeta, principalmente entre os povos cristãos, apesar de não existirem quaisquer comprovações destas lendas pela Ciência.
A festa de Santa Irene acontece em 5 de abril, dia em que recebeu a palma do martírio pela fé em Cristo, no ano 304.
As três irmãs foram denunciadas e, em sua casa, segundo a lenda, "foram encontradas várias bíblias", por isso passaram a ser "perseguidas, e deveriam ser levadas ao interrogatório diante do governador da Macedônia, Dulcério". Deveriam como os demais cristãos, submeter-se ao "intenso interrogatório, para renegar a fé em Cristo". E só se salvariam se idolatrassem aqueles que os cristãos consideravam "falsos deuses", oferecendo "publicamente comida e incenso a eles, e queimando as suas bíblias". Quando os cristãos se negavam a renunciar a sua fé, "geralmente eram queimados vivos, junto com a bíblia".
Ágape e Quiônia foram encontradas antes. Presas e interrogadas, segundo a lenda, negaram-se a adorar os deuses a que os cristãos alegavam serem "falsos deuses" e confirmaram sua alegada "fé". Por isso foram "queimadas vivas.
Entretanto, Irene, que havia escondido grande parte dos livros cristãos em sua casa, conseguiu "fugir para as montanhas, mas foi encontrada no dia do martírio das suas irmãs, levada a um prostíbulo para ser violada e, depois, presa". Lá, porém, segundo conta a lenda, "por uma graça, ninguém a tocou". Irene foi, então, ainda segundo a lenda, "submetida a interrogatório, manteve-se firme em sua profissão de fé". Condenada pelo governador Dulcério, foi entregue aos carrascos, "que lhe tiraram a roupa, expuseram-na à vergonha pública e depois também a queimaram viva".
O culto a santa Irene ainda é muito intenso no Oriente e no Ocidente, e se perpetuou até os nossos dias pelo seu lendário "exemplo de santa mártir", bem como pela tradição de seu nome, que em grego significa "paz", e é muito difundido em todo o planeta, principalmente entre os povos cristãos, apesar de não existirem quaisquer comprovações destas lendas pela Ciência.
A festa de Santa Irene acontece em 5 de abril, dia em que recebeu a palma do martírio pela fé em Cristo, no ano 304.




